sábado, 9 de maio de 2009

Comer tomate todo dia ajuda a proteger a pele, diz estudo

tomates
Antioxidante encontrado na fruta pode retardar envelhecimento
Uma pesquisa conduzida por especialistas britânicos sugere que duas refeições diárias à base de tomate podem ajudar na prevenção contra os efeitos maléficos do sol.

Os cientistas da Universidade de Manchester e Newcastle fizeram uma experiência com dez voluntários que, durante três meses, consumiram diariamente 55 gramas de massa de tomate misturadas a 10 gramas de azeite.

Outros dez participantes tomaram apenas as 10 gramas de azeite.

Ao fim dos três meses, os especialistas britânicos fizeram exames de pele nos participantes e perceberam que os que haviam comido a massa de tomate tiveram a proteção contra os raios solares ultra-violeta aumentada em 33%, além de maiores níveis de procolágeno.

Azeite de oliva extra-virgem tem ação de analgésico

Azeitonas
Descoberta pode explicar benefícios da dieta mediterrânea
Azeites de oliva de boa qualidade contêm um agente químico natural que age de maneira semelhante a um remédio para a dor, segundo um estudo publicado pela revista científica Nature.

Segundo o estudo, feito pelo Monell Chemical Senses Centre, da Filadélfia, 50 gramas de azeite de oliva extra-virgem são equivalentes a um décimo de uma dose do analgésico ibubrofen.

De acordo com os pesquisadores, um ingrediente do azeite age como antiinflamatório.

Apesar de o efeito não ser forte o suficiente para curar dores de cabeça, ele pode explicar os benefícios da dieta mediterrânea, segundo o estudo.

O ingrediente ativo – encontrado em maiores concentrações em azeitonas mais frescas – é chamado oleocanthal e inibe a atividade de enzimas envolvidas em inflamações da mesma maneira que outros antiinflamatórios.

Pesquisa diz que alho realmente ajuda a evitar resfriado

Alho é usado no tratamento contra gripe
Alho é usado no tratamento contra gripe
Cientistas do Garlic Centre em East Sussex, ao sul de Londres, revelaram num estudo que pessoas que tomam uma pílula de alho por dia estão menos propensas a resfriados comuns.

Embora o alho seja usado, tradicionalmente, no tratamento contra a gripe, essa é a primeira evidência mais clara de suas propriedades medicinais.

De acordo com a pesquisa, realizada com 146 voluntários, uma pílula de alho, tomada diariamente, ajudaria a reduzir em mais de 50% o risco de se contrair um resfriado.

Ainda de acordo com o estudo britânico, a alicina, um dos compostos ativos do alho, também seria apropriada no tratamento de infeccções hospitalares.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Consumo de cafeína pode dobrar risco de aborto, diz estudo

mulher grávida
Estudo recomenda abstinência de café durante gravidez
Um estudo conduzido por cientistas americanos sugere que o consumo de cafeína durante a gravidez pode dobrar as chances de aborto.

A pesquisa, publicada na revista científica American Journal of Obstetrics, afirma que a ingestão de 200 mg de cafeína por dia – o equivalente a pouco mais de duas xícaras de café – já pode ser o suficiente para provocar o término da gravidez.

Os especialistas entrevistaram 1.063 mulheres, às quais pediram que dessem detalhes sobre o consumo de cafeína até a 20ª semana de gestação.

Eles descobriram que 102 mulheres já tinham abortado quando o questionário foi aplicado, enquanto que outras 70 perderam os bebês nos dias que se seguiram.

Entre as 264 mulheres que disseram não ter consumido cafeína, a porcentagem de aborto foi de 12,5% e entre as 164 que disseram ter ingerido 200 miligramas ou mais de cafeína por dia, 24,5% abortaram.

Estresse na gravidez tem efeitos nocivos sobre filhos, diz estudo

Mulher grávida
Filhos de mães estressadas podem sofrer de ansiedade e depressão
Situações de estresse durante a gravidez podem ter efeitos nocivos sobre os filhos, de acordo com um novo estudo de pesquisadores israelenses.

A pesquisa da Escola de Farmácia da Universidade Hebraica de Jerusalém indica que o estresse na gravidez pode retardar o desenvolvimento das crianças e provocar problemas de aprendizagem e de atenção, ansiedade, sintomas depressivos e até mesmo autismo.

Em testes de laboratório realizados com ratos, os pesquisadores compararam os comportamentos de filhotes de mães estressadas com os de mães que não foram submetidas a situações de estresse.

Também foram comparados os resultados de diferentes situações de estresse e diferentes períodos da gestação.

Memória

Segundo a coordenadora da pesquisa, Marta Weinstock-Rosin, quando as ratas grávidas eram submetidas a situações estressantes, como sons irritantes, seus filhotes tinham sua capacidade de memória e de aprendizado prejudicadas.